quinta-feira, 1 de julho de 2010

Álcool ameaça 22% dos universitários

Álcool ameaça 22% dos universitários PDF Imprimir E-mail
Esse é o índice de jovens sob risco de desenvolver dependência, segundo pesquisa da Senad nas 27 capitais brasileiras.
"Quanto mais precoce o uso, maiores as chances de dependência", diz um dos responsáveis pelo levantamento

Folha de São Paulo - LARISSA GUIMARÃES
DE BRASÍLIA
Um em cada cinco universitários brasileiros (22%) está sob risco de desenvolver dependência de álcool, de acordo com o mais recente levantamento realizado em universidades públicas e privadas do país.
O risco é considerado moderado para 19,2% e elevado para 2,6%, segundo a pesquisa encomendada pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas). Para o estudo, foram entrevistados cerca de 18 mil estudantes, nas 27 capitais do país em 2009.
O risco foi calculado levando em conta um teste desenvolvido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre frequência e consumo pesado de bebidas.
O levantamento também mostrou que o per igo quanto a uma possível dependência de álcool é maior para os homens (29%) do que para as mulheres (16%).
"Quanto mais precoce o uso de álcool, maiores as chances de desenvolver uma dependência alcoólica", disse o médico Arthur Guerra, um dos responsáveis pelo levantamento.
Os dados revelam que o jovem brasileiro começa a beber cedo -80% dos universitários com menos de 18 anos responderam já ter consumido bebida alcoólica.
Além disso, dentro das faixas etárias, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais bebem.
O consumo pesado (cinco ou mais doses para homem e quatro ou mais doses para mulheres, num período de duas horas) atinge um patamar preocupante.
Um em cada quatro universitários afirmou ter bebido nesse padrão nos 30 dias anteriores ao teste.

sábado, 29 de maio de 2010

Atração pelas drogas

A Organização Mundial da Saúde apresenta cinco razões básicas pelas quais os jovens podem ser atraídos às drogas:

Desejar sentir-se adultos e tomar suas próprias decisões

Desejar ser “populares” entre os colegas ou num grupo

Desejar relaxar e sentir-se bem

Desejar correr riscos e rebelar-se

Desejar matar a curiosidade

Por que os adolescentes experimentam substâncias?

Por pressão dos iguais, por curiosidade, por imitação, como manifestação de independência, rebelião, ou com a intenção de fazer uma “figura importante”.

As empresas tabagistas estimulam o uso através de modelos juvenis atraentes em ações e paisagens excitantes.

Consomem álcool porque “todo mundo bebe”, “eu gosto, é divertido”, “ajuda-me a relaxar”, “tira-me a timidez”, “estou mal, serve- me para escapar do sofrimento”, “por que não, além do mais nem bebo tanto”.

Quem se encontra em situação de risco?

“Todos os adolescentes”. O fumo, o álcool e as drogas estão disponíveis, e a maioria dos jovens são objeto de pressão para o início de seu uso. Sem dúvida, alguns adolescentes estão em maior risco do que outros.

Os três fatores mais importantes são a história familiar, o uso por parte dos pais e certas características individuais.

História familiar de alcoolismo: indica predisposição genética, que é fator de risco + uso por parte dos pais, + atitude, educação e medidas disciplinares inconsistentes com relação ao uso de substâncias aos seus filhos.

Família socialmente isolada > o perigo de uso de substâncias e aumenta o índice de abuso físico e sexual ou de fuga do lar.

Outros fatores familiares predisponentes são o estresse causado por uma separação, divórcio, novas uniões conjugais, desemprego e doença ou morte de um dos pais.

Muitos pais, porém, não enxergam o perigo antes de ser tarde demais.

Ex. de uma garota brasileira.

“Ela tomava bebidas alcoólicas”, conta sua irmã Regina. “A família achava isso divertido e inofensivo. Mas isso a levou a experimentar drogas com seus namorados. Visto que meus pais sempre a trataram como se os problemas que ela causava fossem inconseqüentes, a situação fugiu ao controle. Vez por outra ela sumia de casa. E, sempre que encontrava uma jovem morta, a polícia telefonava para meu pai perguntando se era ela. Minha família sofria muito com isso.”

Pai ou parente próximo com abuso de substâncias ou dependência química

Fracasso ou dificuldades escolares

Baixo nível de auto-estima

Personalidade agressiva ou impulsiva

Instabilidade familiar, falta de supervisão

Miséria

História de abuso físico e sexual

Distúrbios psiquiátricos, especialmente depressão, bulimia e distúrbios de atenção

O Dr. Robert Du Pont, ex-diretor do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos, recomenda 10 Regras para os pais:

1. Estabelecer um consenso familiar sobre o uso de substâncias: as regras devem ser comunicadas antes da puberdade. As crianças devem saber que seus pais esperam que na adolescência não fumem, não bebam, não usem maconha e outras drogas. Cada família deve estabelecer suas próprias regras, que devem ser repetidas com freqüência.

2. Estabelecer penalidades pelo não-cumprimento das regras: as punições não precisam ser nem repressivas, nem excessivas e devem ser anunciadas previamente e mantidas de forma consistente. Pode ser útil estabelecê-las com a participação dos filhos, no começo de sua adolescência. Exs: perda de privilégios, restrição ao uso do telefone, “proibição de sair de casa”, etc.

3. Dedicar algum tempo diário para conversar com os filhos a respeito do que está se passando em suas vidas, como se sentem e o que pensam. Deve-se deixá-los falar livremente, não é necessário ter respostas, mas escutá-los atentamente, respeitando suas experiências e sentimentos.

4. Ajudar os filhos a definirem objetivos pessoais: essas metas podem ser acadêmicas, esportivas e sociais. É importante ensinar os filhos a tolerar seus inevitáveis fracassos, que são oportunidades para crescer e não para desanimar.

5. Conhecer os amigos dos filhos: conhecer também os pais, encontrar-se com eles e compartilhar conhecimentos.

6. Ajudar os filhos a sentirem-se bem com suas próprias qualidades e com seus pequenos ou grandes êxitos: isto significa entusiasmar-se pelo que gostam.

7. Deve haver um sistema estabelecido para a resolução de conflitos: nem sempre os filhos estão de acordo com todos os regulamentos da casa. A melhor maneira de manter a autoridade é estar aberto aos questionamentos dos filhos. Um recurso útil é incluir a consultoria com uma pessoa respeitada por todos (outro membro da família, um médico, um vizinho, etc.).

8. Falar freqüentemente e muito cedo com os filhos a respeito de seu futuro: os filhos devem saber que o tempo que viverão com seus pais é limitado, pois se tornarão adultos, sairão de casa e, neste momento, deverão pagar suas contas e estabelecer suas regras. Enquanto estiverem na casa dos pais precisarão aceitar sua autoridade.

9. Deve-se desfrutar dos filhos: uma das maiores felicidades da vida é ter os filhos em casa. Tanto os pais quanto os filhos devem trabalhar para que o lar seja um ambiente positivo para todos. Isso significa trabalho de equipe e respeito mútuo.

10. Ser um pai/mãe “intrometido/a”: é importante fazer perguntas aos filhos, onde e com quem estão. Esta informação é necessária para que sejam pais efetivos.

sábado, 1 de maio de 2010

Quem é o Residente em recuperação ?

É fundamental conhecer o residente em recuperação numa Comunidade Terapêutica. Sob várias observações aos Dependentes Químicos ativos (usários abusivos das drogas) é possível detectar algumas características imperativas de comportamento:

a) Mentira;
b) Incapacidade de administrar suas finanças;
c) Saúde debilitada;
d) Relacionamento familiar desestruturado;
e) Atençao exclusiva para outros DQ's.

Na internação, sem o uso de SPA's (substancias psicoativas), os residentes parecem ter atitudes angelicais. Porem, todas as caracetrísticas acima, são deflagradas durante a internação. E quanto mais cedo isso acontecer, maior será a eficácia da internação na vida do residente.

Se isto não ocorrer, apenas haverá o reestabelecimento físico do residente, o que não muda caráter, e voltará a mesma prática com maior intensidade, correndo risco de morte potencializado.

Não há uma receita definida, pois cada pesssoa é ímpar.

Somente haverá uma chance maior de controle da DQ, caso o residente tenha uma atitude franca e honesta consigo mesmo e com a equipe terapêutica.

Acreditando no tratamento sincero,

Osmar Gonçalves

sexta-feira, 19 de março de 2010

Reinternação = comida requentada?

Reinternação = Voltar a internação = reconhecer o fracasso novamente.
Indicativo de que a 1ª Internação não foi eficaz, talvez não tenha sido assimilada.
Culpa de quem?
Dos que administram as terapias ou de quem sofre as intervenções terapêuticas.
Falta de Capacidade Terapêutica da Equipe de Atendimento ou falta de comprometimento do residente?
Das Terapias equivocadas ou da Internação em tempo equivocado ou indesejado?

Quantas indagações; quantas respostas indagativas.

A Reinternação somente passa a ter sabor de comida requentada caso haja reicindiva da doença por patologia definida.

Caso isto não ocorra, o entendimento é que a comida foi minusciosamente preparada, elaborada e servida em tempo hábilmente estipulado.

Que houve a ingestão por parte do paciente, mas que por vários motivos, alheios a vontade dos terapeutas e até mesmo dos pacientes, não foi absorvida pelo organismo e simplesmente houve o defecar de todo um trabalho, por mais árduo que tenha sido.

E que o paciente por não absorver, fica exposto, devido sua baixa imunodeficiencia às SPAs.

O prato SPa, é servido sem escrúpulos, visando somente a satisfação do paciente enquanto este puder suprir financeiramente o que ele mesmo avia.

Na comunidade terapeutica, temos o prazer de muitas vezes remexer nas fezes morais, psicológicas, onde não há mais integridade nem fôrma moral, até que por milagre, intervenção divina, boa terapia, ..., começem a brilhar tal como ouro.

Realmente é um labor-ministerial árduo de muita felicidade e que nos aproxima do criador, espetacularmente quando um cidadão fétido em suas emoções, caráter e valores, obtém alta terapeutica por estagnação da doença, tendo a opçaõ de realizar a manutenção consciente e franca de sua doença.

Que Deus continue a nos dar dons e talentos de amor por esta causa, por estas pessoas.

Na luta

Osmar Gonçalves
vosso servo

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Como levar um dependente a pedir ajuda:

A principal dificuldade em convencer um dependente químico de que ele precisa de tratamento para a dependência química é que freqüentemente ele acredita que pode usar com segurança ou continuar com seu comportamento sem problema.

Uma pessoa nunca abre mão dessa idéia, e como resultado, existe a morte física, algumas mortes mentais e algumas espirituais. Para muitos, uma intervenção é a única maneira de salvar a sua vida. Intervenções por conta do uso de química (álcool e outras drogas e remédios prescritos) na qual as famílias e outras pessoas (empregadores, associados, amigos, etc.) participam podem ajudar a quebrar a negação quanto à adicção.

O dependente sofre muito com sua doença.
Suas emoções vão a extremos. Seus sentimentos ou são poderosos e insuportáveis, ou são ausentes e confusos.
A adicção demonstra uma inabilidade em controlar a sua vida.
Essas pessoas oscilam entre perder o controle do seu comportamento compulsivo, e freqüentemente no mesmo momento, eles praticam múltiplas e variadas tentativas para conseguir e manter o controle.
Drogas (incluindo o álcool) são irresistíveis por que inicialmente funcionam; mas posteriormente, devido à tolerância física e à progressiva diminuição das capacidades psicológicas, as tentativas de auto-correção falham.
O suicídio freqüentemente torna-se uma alternativa fatal.

Os adictos só procuram ajuda não porque eles viram a luz, mas por que sentiram o calor. Algumas vezes vem junto uma crise que muda o adicto.
Então se torna urgente a reação para aceitar ajuda, antes que continue com as drogas.
Esta reação é a intervenção.
A maioria das intervenções é feita quando acontece um conjunto de tragédia pessoal, tanto para o alcoólatra como para sua família.
Os exemplos incluem a ruína financeira, divórcio, prisão, abuso ou negligência dos filhos, cirrose, um surto psicótico e finalmente a morte.
Quando se trata de saúde mental, normalmente alguém se torna perigoso para consigo mesmo e para outros.

Por que muitos empregadores, familiares, e profissionais não têm consciência de sua colisão com a pessoa dependente?
Por que a resistência entre os familiares e muitos profissionais que conhecem mais sobre adicções? Por que não ajudar a subir o poço do dependente químico?

Atualmente o tratamento de dependência química tem sido mais eficiente, de tal forma que pessoas que participam de um tratamento correto têm grande chance de parar com abuso de álcool e outras drogas.
Pode continuar mantendo seu emprego, melhorar o seu funcionamento social e interpessoal, melhorar seu estado físico de saúde.

Uma boa intervenção deve estar baseada numa abordagem psicoterapêutica saudável, informações educacionais e princípios espirituais que formam um conjunto de suporte para as tomadas de decisão necessárias para o início da recuperação.
Demandam um trabalho sistemático com a família e associados, porque as intervenções não são sempre aceitas emocionalmente e nem as pessoas estão prontas para o trabalho.
No entanto uma condução adequada da intervenção pode abrir caminho para uma mudança radical no sistema familiar.

Na verdade, as famílias e mesmo associados com pouco ou nenhum treinamento em intervenções, costumam fazê-las com resultado negativo.
Isto porque não conseguem perceber que eles estão em colisão com o dependente químico.
Intervenções bem conduzidas são uma ferramenta poderosa no tratamento da dependência química.
Elas geralmente têm algumas características em comum:

INCLUEM UM INTERVENTOR PROFISSIONAL:

Profissionais sabem o que funciona, estão habituados com as últimas técnicas e podem dar aos familiares assustados e ansiosos uma clara compreensão do que esperar antes, durante e depois da intervenção.
Esta perspectiva pode ser valiosa quando emoções fortes, muitas reprimidas por anos a fio, vêm à superfície. O intervencionista é capaz de ajudar as famílias a ouvir o outro de uma forma muito mais efetiva do que eles conseguiam anteriormente, o que é crucial nessa situação altamente emocional.

ELAS SÃO PREPARADAS CUIDADOSAMENTE

Uma cuidadosa preparação por antecipação é crítica.
Ela inclui entrevistas com os membros familiares com o intervencionista para determinar se o problema realmente existe e quais os membros da família que querem participar.
A preparação também envolve escolha de um tempo do dia quando o adicto estará mais receptivo, o desenvolvimento de listas escritas dos eventos específicos que afetaram cada membro da família e de um ensaio para praticar o está envolvido no confronto do alcoólatra ou adicto diretamente.
Finalmente, a equipe prepara por antecipação a admissão em um centro de tratamento, tomando cuidado de todos os detalhes de internação e estabelecendo a ocasião da intervenção para quando a vaga estiver disponível, se for o caso.

ELAS INCLUEM LIMITES NÃO NEGOCIÁVEIS

Alcoólatras e adictos são altamente manipuladores e quase sempre tentando confundir a questão sendo discutida, negam a realidade, enfurecem-se quando sua adicção é ameaçada, tendo a raiva, ameaças e intimidação como último recurso.
Isso significa que os membros familiares e amigos devem estar convictos a respeito de seus limites e das conseqüências reais que acontecerão se o abuso do álcool e drogas continuar. Algumas vezes significa a separação da esposa e filhos, a perda do trabalho.
Seja o que for isso deve ser claramente definido e mais que apenas uma ameaça em ponto morto. Nada faz fracassar mais rápido uma intervenção quanto um cônjuge ou empregador que dá ao adicto mais uma chance.

ELAS SÃO UMA SURPRESA

É extremamente importante que ninguém "vaze" a informação ao dependente químico que uma intervenção está sendo planejada.
Isto acontece algumas vezes quando um membro da família sente culpa por alguma coisa que esteja sendo feito por trás das costas do seu familiar.
É preciso cuidado extremo, e freqüentemente feita como último recurso por pessoas interessadas no bem estar do alcoólatra.
Durante a intervenção, o dependente químico costuma reclamar que o enganaram, depois ele começa a perceber que sendo o último a saber foi provavelmente o melhor.
A surpresa é necessária para que o dependente químico não tenha a oportunidade de planejar uma defesa.

Certa esposa preparou duas malas antes da intervenção: uma para o seu marido levar ao centro de tratamento, e uma para ela. Quando ele se recusou a ir para a internação viu com total descrença, sua esposa pegar a sua mala e sair pela porta afora.
Ele hesitou, depois correu atrás dela quando viu que ela falava sério.
Foi a tratamento no mesmo dia.

ELAS SÃO FEITAS POR PESSOAS A QUEM O DEPENDENTE QUÍMICO RESPEITA

As pessoas que farão a intervenção devem ser aquelas que o adicto respeita.
Isso aumenta a chance de que ele consiga ouvir a informação difícil a respeito dos danos causados pela dependência química.

ELAS SÃO CONDUZIDAS POR PESSOAS PREPARADAS PARA A RETALIAÇÃO EMOCIONAL

As semanas seguintes a uma intervenção podem ser muitos difíceis para todo mundo envolvido. Esta é a razão por que o abuso de álcool e drogas freqüentemente continua por muito tempo.
Os familiares e amigos que fazem a intervenção devem esperar um período de retraimento, raiva, e devem estar prontos para pedir apoio extra para as pessoas à sua volta.

ELAS SÃO COMPASSIVAS

A intervenção é feita por pessoas que amam o dependente o suficiente para o confrontarem honestamente a respeito de um problema muito sério.
Enquanto altos níveis de medo, raiva, frustração e ressentimentos são parte da família de um alcoólatra ou dependente químico (e que freqüentemente explode durante a intervenção) a intervenção é motivada pela preocupação com o dependente.
Um intervencionista profissional pode ajudar a manter o grupo focado nesse fato durante cada passo do processo.

Pode haver algum medo de que haja algum tipo de violência durante o processo de intervenção - especialmente verdade seu pessoas costuma carregar armas (como muitos traficantes).
Isso pode ser evitado escolhendo-se pessoas a quem o adicto respeite e se preocupam com ele. Muitas vezes o interventor é ameaçado, mas isso costuma não passar de pressão.
É evidente que isso exige um senso crítico da parte do intervencionista e dos outros envolvidos determinando a segurança necessária.

É importante perceber que a intervenção sempre dá resultado até um ponto, mesmo quando o dependente ou o alcoólico não aceita o tratamento, a intervenção sempre dá resultado até certo ponto.
Os abusadores não conseguem negar por muito tempo que eles têm ferido pessoas de seu relacionamento ou dizer que eles não sabiam que tinham o problema.
Algumas vezes o adicto recusa o tratamento e o abandonará- geralmente contando que alguém mais que suporte para o seu comportamento adictivo imaginando que o restante da família continuará com suas próprias vidas.
Seja o que acontecer, uma intervenção rompe o silêncio.
Esperançosamente, este é o primeiro passo na recuperação da família.

Com esperança na recuperação de vidas.

Osmar

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Overdose de internet

'Overdose' de internet diminui capacidade de concentração dos adolescentes, diz documentário PDF Imprimir E-mail
Uol - Tecnologia - Da Redação

Estudantes britânicos estão perdendo capacidade mental para assuntos acadêmicos, devido ao uso exagerado da internet para pesquisas, de acordo com o documentário inédito “The Virtual Revolution”, produzido pelo canal BBC2.

Especialistas no assunto apontam que o fato de os usuários navegarem por vários sites faz com que eles não se concentrem em um objeto de estudo, como por exemplo a leitura de um livro. As informações são do site britânico “Daily Mail”.

Esta nova forma de associar as idéias, que a internet proporciona, faz com que a maioria dos estudantes tenha dificuldades em disciplinas lineares como leitura e escrita.

Segundo psicólogos, em menos de três anos, milhares de adolescentes britânicos necessitarão de tratamento médico causado pelo uso excessivo da internet.

O documentário, produzido pela rede britânica, foi feito em parceria com o professor David Nicholas, da University College of London, que fez um estudo sobre o impacto da internet em nossos cérebros.

O estudo consistiu em fazer uma série de perguntas para serem respondidas no computador a 100 voluntários. Os mais jovens (com faixa etária entre 12 e 18 anos) responderam às perguntas consultando metade das páginas que pessoas mais velhas levaram para responder as mesmas perguntas.

Outra constatação do Profº Nicholas é que 40% dos jovens nunca revisitaram a mesma página da internet. Em contraposição, pessoas que nasceram antes da era da internet costumam consultar as mesmas fontes de pesquisa.

“A grande surpresa é que as pessoas acessam sites como se fossem paisagens virtuais. Ficam pulando de uma página para outra e ninguém fica por muito tempo”, concluiu o especialista.

O documentário “The Virtual Revolution – Homo Interneticus” será exibido na íntegra na BBC2, no dia 20 de fevereiro.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Exterminador do Futuro

Porque lutar? Para que lutar? Como lutar? Será que venceremos?

Quando se trata da Dependência Química em SPA, é preciso lutar contra essa atitude, voluntária ou involuntária em nossa vida. Se ao menos nos permitirmos lutar, já estaremos menos mortos.

Lutamos para alcançar a liberdade, tão sonhada, buscada a qualquer custo e somente a entendemos quando já estamos escravizados pela DQ em SPA. Liberdade agora significa o resgate inicial da vida. A morte é certa e próxima no bio-psico-socio-espiritual, ou seja, em tudo.

Não há exatamente uma fórmula para saber como lutar. O que pode gerar uma fórmula é o apresentar-se para lutar. Quando nos dispomos a lutar, quando assumimos uma postura de guerra, com certeza teremos grandes chances de obter vitória. Não há garantias, pois sabemos que o inimigo (SPA) está em constante atualização. Precisamos estar em constante treinamento, vigiando o tempo todo. E por mais estranho que pareca até a mudança de lua influencia em nosso humor e ansiedade pelo uso de SPA.

Nosso inimigo, DQ em SPA, é um exterminador do futuro. Conheço muitas pessoas que lutaram incansavelmente e venceram. Porém jamais deixaram de vigiar. A vitória é certa, o Salvador está entre nós, e nos convida à liberdade.

Talvez voce não creia, seja igual Tomé (quer ver para crer). Experimente se comunicar com o Salvador e voce verá que Ele é a unica real possibilidade que temos de experimentar a verdadeira liberdade.

Lembrte-se: só haverá amanhã para o DQ em SPA, caso ele seja aliado do Salvador JC.

JC? John Connor? .... não! Jesus Cristo, o filho de Deus.

Alie-se a JC, quem sabe voce poderá fazer parte deste exército e ajudar aquelas pessoas que ainda estão em poder do exterminador a obterem a verdadeira e real liberdade.

Grande abraço deste soldado de Jesus Cristo, o salvador.

Osmar.